segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Notícias Geografia Hoje


Violência no Iêmen deixa 60 mortos nos últimos dias
AFP

Policial do Iêmen: pelo menos 15 pessoas morreram nesta segunda em atentado
Da AFP

Pelo menos 60 pessoas morreram no Iêmen em novos episódios de violência entre integrantes da Al Qaeda, apoiados por tribos sunitas, e rebeldes xiitas que tentam aproveitar o vazio de poder no país para estender sua influência.

A rebelião xiita, que tem a cidade de Saada (norte) como reduto, aproveitou-se da instabilidade crônica depois do levante de 2011 contra o ex-presidente Ali Abdullah Saleh para tomar a capital Sanaa em 21 de setembro.

Eles avançaram para o sul, tomando na semana passada a cidade portuária de Hodeida, no Mar Vermelho, e se apoderando de partes das províncias de Dhamar, Ibb e Baida.

Se as forças do governo não reagirem diante desse avanço, a violência poderá aumentar ainda mais com atos de represália dos militantes da Al Qaeda junto com tribos sunitas locais.

Pelo menos 15 pessoas, incluindo crianças, morreram nesta segunda em um atentado suicida com carro-bomba contra uma posição de rebeldes xiitas em Radha, 150 quilômetros ao sul de Sanaa, segundo testemunhas e uma fonte tribal.

Na madrugada de domingo para segunda-feira, 20 combatentes xiitas morreram em outro atentado com carro-bomba na mesma cidade e nos combates travados depois.

Já os sunitas perderam pelo menos quinze combatentes, de acordo com fontes tribais.

Nesta segunda, dez rebeldes xiitas morreram em confrontos no setor de Anas, na província de Dhamar, de acordo com fontes médicas e tribais.

Os combatentes da Al Qaeda e membros de tribos retomaram a cidade de Udayn, na província de Ibb (sudoeste), que tinha sido ocupada pelos xiitas na semana passada.

A Al Qaeda na Península Arábica (Aqpa) é considerada pelos Estados Unidos o braço mais perigoso da rede extremista. Ele comete ataques frequentes contra as forças de segurança e prometeu travar uma guerra sem trégua contra os xiitas diante da passividade das autoridades.

Apesar da assinatura de um acordo de paz acompanhado pela ONU, os rebeldes xiitas continuam a ocupar a capital Sanaa e os membros de tribos sunitas acusaram as forças do governo de colaborar com os rebeldes.

Além desses confrontos, o Iêmen enfrenta também a retomada de um movimento separatista no sul do país, que foi um Estado independente até 1990.

Os novos atos de violência suscitam temores de que o Iêmen, país mais pobre da Península Arábica, mergulhe totalmente no caos.
Revista EXAME

Notícias Geografia Hoje

Americanos e turcos saem em ajuda dos curdos em cidade síria

Kai Pfaffenbach/Reuters

Kobani: disparos de morteiro foram retomados na noite desta segunda contra o centro

Da AFP

A pressão internacional se acentuou sobre os jihadistas do Estado Islâmico em Kobani, com a primeira entrega de armas aos curdos e a promessa da Turquia de facilitar a passagem de combatentes curdos iraquianos para defender a cidade síria.

Essa intensificação da ajuda ocorre no momento em que os combatentes curdos têm conseguido conter o avanço dos jihadistas, graças principalmente aos ataques aéreos da coalizão internacional.

Após um dia de relativa calma, os disparos de morteiro foram retomados na noite desta segunda-feira contra o centro de Kobani, enquanto dois ataques suicidas com carros-bomba sacudiram o norte da cidade, indicou o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH).

Pela primeira vez desde o início da ofensiva do EI, três aviões cargueiros C-130 americanos despejaram armas, munições e material médico em posições das Unidades de Proteção do Povo (YPG), que ainda mantêm o controle de 50% de Kobane.

Essas armas, fornecidas pelas autoridades curdas do Iraque, serão "de grande ajuda", comemorou o porta-voz das YPG, Redur Xelil.

Segundo Mahmoud Kalo, uma autoridade política de Kobane, cerca de 21 carregamentos foram despejados na cidade, o que "permite continuar a luta".

O secretário de Estado americano, John Kerry, afirmou que seria "irresponsável" para os Estados Unidos e "moralmente muito difícil virar as costas para uma comunidade que luta" contra o EI.

Em outra medida favorável aos curdos, a Turquia anunciou que autorizaria a passagem das forças peshmergas (combatentes curdos iraquianos) pela fronteira em direção a Kobane.

"Jogo duplo" turco

"Nós temos jovens curdos originários do Curdistão Ocidental (Síria, ndr) que treinamos no Curdistão (iraquiano). Vamos enviá-los para combater", declarou à AFP Halgord Hekmet, porta-voz dos peshmergas.

Apesar da pressão dos Estados Unidos, o governo conservador islâmico de Ancara se recusa a intervir militarmente para ajudar os combatentes curdos sírios.

No domingo, o presidente Recep Tayyip Erdogan rejeitou categoricamente os apelos para que Ancara forneça diretamente armas às YPG, braço armado do partido PYD acusado pelos curdos de ser o correspondente sírio do PKK, que enfrenta as forças turcas desde 1984 em combates e atentados que deixaram 40.000 mortos.

"A Turquia faz um jogo duplo (...) Ao permitir a entrada dos 'peshmergas' iraquianos em Kobane, os turcos podem continuar a dizer que eles não ajudam o PKK (...) e dão uma resposta aos seus aliados que os acusam de não fazer nada" contra o EI, comentou à AFP o analista Sinan Ülgen, do Centro de Estudos Políticos e Econômicos (Edam) de Istambul.

Os aviões da coalizão intensificaram nos últimos dias os ataques no interior e nas imediações de Kobane, atingindo posições do EI cerca de 140 vezes desde o final de setembro, de acordo com o Comando Militar americano encarregado da região (Centcom).

Esses ataques "mataram centenas de combatentes (do EI) e destruíram ou danificaram" equipamentos e instalações do EI, informou o Centcom, ressaltando que a situação continua "frágil".
Revista EXAME

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Paraísos Fiscais



Esses países que oferecem benefícios e sigilo a investidores que tentam violar leis, se tornaram recentemente, o alvo de nações como Estados Unidos, Inglaterra e Alemanha.

Notícias Geografia Hoje


Venezuela, Malásia, Nova Zelândia e Angola são eleitos para o Conselho de Segurança



Venezuela, Angola, Malásia, Nova Zelândia e Espanha foram eleitos nesta quinta-feira membros não-permanentes do Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU) em votações da Assembleia Geral do organismo.

Os quatro primeiros países foram eleitos em uma primeira votação com ao menos dois terços dos votos necessários (129). Angola obteve 190 votos dos 193 países membros, Malásia 187, Venezuela 181 e Nova Zelândia 145.

Na mesma votação Espanha e Turquia não obtiveram os votos necessários, e em uma votação posterior a Turquia só conquistou 60 votos, contra 132 da Espanha para ocupar um dos assentos não permanentes que correspondem à Europa.

O Conselho, que conta com 15 membros, entre eles cinco permanentes, renova todos os anos a metade de seus dez assentos não permanentes.

Os novos membros iniciarão em janeiro um mandato de dois anos.

Malásia, Venezuela e Angola já haviam sido selecionados por seus respectivos grupos regionais e por isso não tinham adversários.

Os cinco países eleitos nesta quinta-feira, que já estiveram antes no Conselho, substituirão Argentina, Ruanda, Coreia do Sul, Austrália e Luxemburgo.

Os outros cinco membros não permanentes que serão substituídos no próximo ano são Chile, Nigéria, Jordânia, Chade e Lituânia.
https://br.noticias.yahoo.com

Geografia e a Arte

Geografia e a Arte
Currais Novos

Na Hora da Geografia

Loading...